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O que fazer em Natal em 7 dias: Roteiro, Dicas e Passeios

Vai passar uma semana em Natal e não sabe por onde começar? Tem duna de buggy, piscina natural, lagoa com catapulta humana, Pipa até a noite e bate e volta com dia certo pra sair. A ordem faz toda a diferença.

Atualizado em 14 min de leitura
Monique e Robson abraçados na beira do mar numa praia de Pipa, com barracas coloridas e mata ao fundo
Monique e Robson abraçados na beira do mar numa praia de Pipa, com barracas coloridas e mata ao fundo. Foto: Noz Tour

O roteiro em resumo

Dia 1
Chegada e Ponta Negra
Dia 2
Buggy em Genipabu
Dia 3
Maracajaú ou Rio do Fogo
Dia 4
4x4 pelo litoral sul
Dia 5
Pipa
Dia 7
Bate e volta mais longe

Eu e o Robson moramos em Natal e planejamos este roteiro de o que fazer em Natal em 7 dias pra quem vem pela primeira vez, com cada passeio no dia em que a maré e o calendário de saídas ajudam.

O que fazer em Natal em 7 dias: o roteiro resumido

Em 7 dias em Natal, o roteiro tem chegada em Ponta Negra, os quatro passeios que fazem a fama do RN (buggy em Genipabu, piscinas naturais, litoral sul de 4x4 e Pipa), um dia de cidade e um bate e volta mais longe.

A ordem abaixo funciona na maioria das semanas. Só dois dias costumam trocar de lugar: o das piscinas naturais, que segue a maré, e o do bate e volta, que tem dia fixo de saída.

Dia Passeio Destaques do dia Ritmo
Dia 1 Chegada e Ponta Negra Calçadão, Morro do Careca e coco gelado na areia Leve
Dia 2 Buggy no litoral norte Genipabu, travessia de balsa e esquibunda nas dunas Volta no começo da tarde
Dia 3 Maracajaú ou Rio do Fogo Snorkel nos parrachos e quadriciclo opcional Saída cedo, conforme a maré
Dia 4 4x4 pelo litoral sul Maior Cajueiro do Mundo, Alcaçuz, Carcará e Dunas de Búzios Dia inteiro
Dia 5 Pipa Madeiro, Praia do Amor, Chapadão e centrinho Dia inteiro, ou até a noite no Pipa VIP
Dia 6 City Tour e praia Forte dos Reis Magos, Centro Histórico e Centro de Turismo Meio período, menos às segundas
Dia 7 Bate e volta João Pessoa, São Miguel do Gostoso, Galinhos ou Barra do Cunhaú Dia inteiro, conforme o dia da semana
Confira como é o roteiro de 7 dias em Natal

Antes de montar a semana: o que define a ordem dos dias

Numa semana em Natal, quem manda na ordem dos dias é o calendário: a tábua de maré marca o dia das piscinas naturais, e os bate e voltas mais longos só saem em dias fixos. O bairro do hotel e a modalidade dos passeios fazem o ajuste fino.

A maré escolhe o dia das piscinas naturais

Maracajaú e Rio do Fogo só têm passeio na maré baixa, quando os recifes seguram a água rasa e transparente. Como a maré muda de um dia pro outro, o horário de saída muda junto e pode cair entre 3h e 8h.

A vantagem de ter sete dias é a folga: numa semana inteira, costuma aparecer pelo menos um dia de maré boa. Marca esse dia primeiro e distribui os outros passeios em volta dele. Num roteiro de 4 dias em Natal, essa margem é bem mais curta.

Os bate e voltas longos têm dia certo

Buggy, 4x4 e Pipa saem todos os dias, e o City Tour só não sai às segundas. Já os passeios mais distantes têm saídas fixas no compartilhado, e são eles que decidem o seu dia 7.

Passeio Saídas no compartilhado Volta a Ponta Negra
São Miguel do Gostoso Terças e sábados Por volta das 19h
João Pessoa Terças e sextas Por volta das 21h
Galinhos Quartas e sábados Por volta das 19h
Barra do Cunhaú Quintas Por volta das 17h
City Tour e Auto do Potengi Quintas Depois do pôr do sol
Pipa à noite Sábados De madrugada

Fique em Ponta Negra ou perto dela

Pra uma semana com tantas saídas cedo, a região que a gente indica é Ponta Negra. É de lá que partem os principais passeios, e na volta deles você tem a orla, os restaurantes e a vida noturna perto do hotel.

Hotéis na Via Costeira e na Praia do Meio também recebem a busca dos passeios. Se você ficar mais longe, a nossa equipe combina o ponto de encontro mais próximo.

Privativo ou compartilhado

No compartilhado, o carro e as taxas são divididos com outros viajantes, e nas dunas o buggy e o 4x4 capricham nas manobras. No privativo, o carro é só do seu grupo, o ritmo é mais calmo e dá pra pedir o passeio sem emoção.

Numa semana, misturar as duas costuma ser a melhor conta: compartilhado no buggy, pra sentir a adrenalina, e privativo nos dias longos, como Pipa e o bate e volta. Pra comparar um por um, veja os melhores passeios em Natal.

Dia 1: chegada, Ponta Negra e Morro do Careca

O primeiro dia é de chegar sem pressa e conhecer Ponta Negra, a praia mais famosa de Natal, com o Morro do Careca fechando o canto da orla. É também o dia de deixar os horários da semana confirmados com a gente.

O aeroporto fica em São Gonçalo do Amarante, fora da cidade, e as distâncias estão no guia de como chegar a Natal. Pra não começar a viagem procurando carro com mala na mão, a gente organiza o transfer em Natal até o hotel.

À tarde, vale alugar um patinete, que agora tem em vários pontos da orla, e ir até perto do Morro do Careca. A subida na duna é proibida, mas a foto com ela ao fundo é obrigatória.

Se o seu voo de volta for à noite, guarda um pouco de Ponta Negra pro último dia: dá pra curtir a praia até a hora do transfer.

Dia 2: buggy em Genipabu e o litoral norte

O segundo dia é do passeio de buggy no litoral norte, o mais procurado de Natal. Sai entre 8h e 9h, passa pelas Dunas de Genipabu, cruza o rio de balsa artesanal, para em lagoas e nas Dunas Douradas e volta a Ponta Negra entre 14h e 15h.

Casal de braços abertos em pé no buggy, no alto de uma duna com vista para o mar, no litoral norte de Natal
Parada no alto da duna, no passeio de buggy.
Casal sorrindo atrás da moldura de madeira em forma de coração da Praia de Genipabu, em Natal
Moldura da Praia de Genipabu.

É o dia da adrenalina da semana. Entre uma descida e outra tem esquibunda e aerobunda, e na lagoa com o mar ao fundo a gente parou pra um espetinho de lagosta com caipirinha de cajá com caju.

A taxa de dunas e balsa é cobrada por buggy e dividida entre quem está nele, e o almoço também fica à parte. Quem tem problema de coluna deve trocar o buggy por um passeio de van.

Por que o buggy vem no dia 2? Porque sobra a tarde livre pra descansar, e o dia seguinte pode começar de madrugada.

Dia 3: piscinas naturais de Maracajaú ou Rio do Fogo

O terceiro dia é das piscinas naturais, que no RN se formam nos parrachos: recifes que, na maré baixa, deixam piscinas rasas no meio do mar. As opções são Maracajaú, com mais estrutura em terra, e Rio do Fogo, com a água mais transparente.

A gente fez as duas na mesma semana, em dias diferentes. Se for escolher uma só, pensa no grupo: com criança ou atrás de conforto, Maracajaú; atrás do mar mais bonito, Rio do Fogo.

Parrachos de Maracajaú

Nos parrachos de Maracajaú, o catamarã navega de 25 a 30 minutos até uma plataforma flutuante, base do snorkel. Quem quer ir mais fundo faz o mergulho de cilindro, opcional, com instrutor acompanhando dentro da água.

Vista aérea dos catamarãs parados sobre os recifes nas piscinas naturais de Maracajaú
Catamarãs nos parrachos de Maracajaú.
Mergulhadora com cilindro cercada de peixes sobre os corais dos parrachos de Maracajaú
Mergulho de cilindro em Maracajaú.

O ponto de apoio em terra é caprichado: tem área kids com água caindo, piscina, espaço VIP e lounges com sofá, rede e armário pra guardar as coisas antes de ir pro mar.

A gente ficou num dos lounges, almoçou o menu de três etapas e, confesso, a sobremesa foi a minha hora preferida do dia.

Rio do Fogo

O passeio em Rio do Fogo vai de lancha até os parrachos de Rio do Fogo, com o snorkel a bordo. Muita gente chama de Caribe potiguar, e com maré baixa dá pra entender: a água fica rasinha, cristalina e cheia de peixe.

Vista aérea de lanchas e banhistas na água transparente dos parrachos de Perobas, em Rio do Fogo
Parrachos de Perobas, em Rio do Fogo, vistos de cima.
Viajante com um drinque no abacaxi, em pé na água rasa e cheia de peixes dos parrachos de Rio do Fogo
Água rasa e cheia de peixe na maré baixa.

Eu acho mais bonito que Maragogi, e digo isso de coração. A gente passou o protetor ainda em terra, antes de embarcar, e na volta o almoço foi no ponto de apoio. Até Natal, são cerca de 1h30 de estrada.

Nos dois passeios, o quadriciclo é opcional à tarde, por dunas, lagoa e, se a maré deixar, praia. Vão até duas pessoas por máquina e criança não pilota. Reserva junto com o passeio, porque costuma faltar quadriciclo.

Viajante sentada no quadriciclo à beira da água enquanto o companheiro salta ao lado
Parada do quadriciclo, opcional do dia das piscinas naturais.

Dia 4: lagoas, cajueiro e dunas do litoral sul de 4x4

O quarto dia é do litoral sul de 4x4, das 7h30 ou 8h até por volta das 18h, com o Maior Cajueiro do Mundo, duas lagoas, uma praia e dois parques de dunas. Foi o dia que abriu o nosso vídeo de Natal, e começou com chave de ouro.

Dá pra fazer esse dia de três jeitos, conforme o grupo:

Opção Para quem é Como termina o dia
4x4 Rota dos Nativos Quem quer aventura nas dunas Esquibunda nas Dunas de Búzios
4x4 com piquenique nas dunas Casal e datas especiais Piquenique nas dunas ao entardecer
Passeio das Águas Criança pequena e idosos Lagoa de Arituba, com volta entre 16h e 17h

4x4 Rota dos Nativos

O 4x4 Rota dos Nativos sai pela Barreira do Inferno, a base de foguetes no começo da Rota do Sol, e segue para o cajueiro, em Pirangi. Lá dentro, tudo o que parece um bosque sai de um tronco só.

Na saída do cajueiro tem feirinha de moda praia e lembrancinhas. Depois do primeiro parque de dunas vem a Lagoa de Alcaçuz, uma das melhores lagoas de Natal, com caiaque, pedalinho, redinhas e catapulta humana no day use.

Família no deck de madeira diante do caju gigante do Maior Cajueiro do Mundo, em Pirangi
Maior Cajueiro do Mundo, em Pirangi.
Família de braços abertos ao redor da caminhonete 4x4 nas dunas ao entardecer, em Natal
Fim de tarde nas dunas, no passeio de 4x4.

A Lagoa do Carcará é a parada do almoço, com cerca de 2h pra curtir. Depois vem a praia, Camurupim ou a das Tartarugas, conforme a maré, e o fim de tarde nas Dunas de Búzios, com esquibunda e, se o tempo deixar, pôr do sol.

4x4 com piquenique nas dunas

O 4x4 com piquenique nas dunas é a versão privativa do mesmo dia e termina com uma mesa montada nas dunas ao entardecer. Foi o que a gente fez, e é o que eu indico pra aniversário, lua de mel ou pedido de casamento.

Casal brindando no piquenique montado nas dunas, com água de coco, frutas e tábua de frios
Piquenique nas dunas, no fim do 4x4 privativo.

Na nossa mesa tinha tábua de frios com queijo da Serra da Canastra, salame e damasco, uva, chocolatinho, seriguela, água de coco, refrigerante nordestino e frisante moscatel do Vale do São Francisco.

O sol se escondeu atrás de uma nuvem bem na hora, e mesmo assim foi o fim de tarde mais especial da semana.

Passeio das Águas, sem off-road

O Passeio das Águas faz o litoral sul de van e sem dunas: Barreira do Inferno, cajueiro, Mirante dos Golfinhos, banho em Camurupim e tarde na Lagoa de Arituba.

Volta entre 16h e 17h e é a troca certa pra quem viaja com criança pequena, com idosos ou tem problema de coluna. Outras ideias pra família estão em o que fazer em Natal com crianças.

Dia 5: um dia em Pipa (e, se quiser, a noite também)

O quinto dia é de Pipa, praia do município de Tibau do Sul, a cerca de 1h30 de Natal, famosa pelas falésias, pelos mirantes e pela noite no centrinho.

No roteiro de 3 dias em Natal, Pipa disputa o último dia com as piscinas naturais. Numa semana, ganha um dia só dela: dá pra ir no bate e volta ou ficar até a noite no Pipa VIP.

No bate e volta para Pipa saindo de Natal, o dia começa nos mirantes da Lagoa de Guaraíras e de Cacimbinhas, onde o avermelhado das falésias encontra o mar azul meio verde.

Depois vêm a Praia do Madeiro, a Praia do Amor e o centrinho, com volta a Natal por volta das 18h.

O Pipa VIP é privativo: sai de Natal por volta das 10h e deixa Pipa por volta das 20h.

Ele soma o Chapadão, de onde a Praia do Amor forma um coração, o fim de tarde na Praia de Pipa e o jantar no centrinho. Leva uma troca de roupa.

Família embaixo da placa Eu amo Pipa, Praia do Amor, com o mar e as falésias ao fundo
A placa famosa no alto da Praia do Amor.
Casal no balanço com o letreiro Eu amo Pipa, num mirante com vista para o mar
Balanço com vista para o mar, em Pipa.

No Madeiro, são mais de 200 degraus pra descer e o mesmo tanto pra subir. A gente achou a praia tão bonita que ficou por ali: pediu uma porção numa barraca pé na areia e transformou o petisco em almoço.

Tem um sábado livre na semana? O Pipa à noite leva só pra noite do centrinho, com volta de madrugada. Como as vagas são poucas, quem fecha mais de dois passeios com a gente tem prioridade.

Casal na escadaria de uma galeria iluminada no centrinho de Pipa, à noite
Noite no centrinho de Pipa.

Dia 6: City Tour e tarde livre na praia

O sexto dia é pra conhecer a história de Natal no City Tour em Natal, privativo e de cerca de 4h. O roteiro passa pelas praias urbanas, pelo Forte dos Reis Magos, pelo Centro Histórico, pelas catedrais, pela Arena das Dunas e pelo Centro de Turismo.

Importante saber: o City Tour não sai às segundas. Se o seu dia 6 cair numa segunda, é só trocar com o dia 2 ou o dia 4, que saem todos os dias.

Forte dos Reis Magos visto do alto, na foz do Rio Potengi, em Natal
Forte dos Reis Magos, na foz do Rio Potengi.

No Forte, o ingresso é pago à parte, e o guia do Forte dos Reis Magos traz horário e história. O Centro de Turismo é a parada das lembrancinhas, com artesanato potiguar de todo tipo.

Depois de cinco dias de estrada, a tarde fica livre pra praia ou pra algum programa do guia de o que fazer em Natal.

Quer aproveitar mais? O City Tour e Genipabu soma banho de mar, almoço e buggy opcional de cerca de 1h na praia mais famosa do litoral norte.

Se o dia 6 cair numa quinta, a opção é o City Tour e Auto do Potengi, compartilhado, que fecha o dia num catamarã pelo Rio Potengi ao pôr do sol, com o espetáculo apresentado a bordo.

Dia 7: um bate e volta mais longe

O sétimo dia é o luxo de quem tem uma semana: um bate e volta mais longe, que não cabe num roteiro de 5 dias em Natal.

As opções são João Pessoa, São Miguel do Gostoso, Galinhos e Barra do Cunhaú, e o dia da semana decide qual cabe.

Opção Para quem é Distância de Natal Saídas no compartilhado
João Pessoa Quem quer outra capital e pôr do sol com música Cerca de 180 km Terças e sextas
São Miguel do Gostoso Quem quer vila tranquila e fim de tarde na praia Cerca de 115 km Terças e sábados
Galinhos Quem quer barco, dunas e vila de pescadores Cerca de 170 km Quartas e sábados
Barra do Cunhaú Quem quer mar calmo e manguezal Cerca de 92 km Quintas

Bate e volta para João Pessoa

O bate e volta para João Pessoa saindo de Natal é o dia mais longo da semana, com cerca de 2h30 de estrada em cada sentido e volta por volta das 21h. Em troca, você conhece duas capitais numa viagem só.

O roteiro passa pela Igreja de São Francisco, pelo Farol do Cabo Branco e pela Praia do Bessa, e termina com o pôr do sol na Praia do Jacaré, ao som do Bolero de Ravel no saxofone.

Pôr do sol sobre o rio na Praia do Jacaré, em João Pessoa
Pôr do sol na Praia do Jacaré, em João Pessoa.

São Miguel do Gostoso

O passeio para São Miguel do Gostoso leva a uma vila que ainda tem jeito de lugar de pescador. No caminho, tem parada no Marco Zero da BR-101, em Touros, e numa cachaçaria com degustação.

O fim do dia é na Praia de Tourinhos, a melhor da região pra banho, com pôr do sol se o tempo deixar. O almoço, numa pousada da região, fica à parte.

Galinhos

No passeio para Galinhos saindo de Natal, a estrada termina antes da vila: Galinhos fica numa península, e o resto do caminho é de barco.

Vista aérea da península de Galinhos, entre o rio e o mar
Península de Galinhos, entre o rio e o mar.

O dia tem banho na Lagoa do Capim, almoço na Praia de Galos e, se quiser, charrete até o farol ou buggy nas dunas, os dois opcionais.

Barra do Cunhaú

O passeio para Barra do Cunhaú vai até Canguaretama, onde os rios Catu e Curimataú encontram o mar. É o bate e volta mais tranquilo da lista: mar calmo, coqueiral e piscinas nos arrecifes.

O passeio de barco pelos manguezais é opcional e mostra a pesca artesanal do caranguejo. Como a volta é por volta das 17h, ainda sobra o começo da noite em Natal.

Como adaptar o roteiro de 7 dias ao seu grupo

Pra adaptar o roteiro de 7 dias, mude a modalidade e troque no máximo dois passeios. Com criança pequena, o Passeio das Águas entra no lugar do 4x4, e Maracajaú ganha de Rio do Fogo pela área kids.

Casal em lua de mel ou data especial aproveita mais com o 4x4 com piquenique nas dunas no dia 4 e o Pipa VIP no dia 5. Já conhece o litoral sul? O 4x4 Norte Experience leva a rios e praias tranquilas do litoral norte.

De abril a julho chove mais em Natal, como mostra o guia da melhor época para viajar para Natal, mas a chuva costuma vir em pancadas e os passeios seguem acontecendo.

Nessa época, deixe o City Tour como dia coringa, encaixe Pipa e as piscinas naturais nos dias mais abertos e guarde as ideias de o que fazer em Natal com chuva pros dias fechados.

Bora montar o que fazer em Natal em 7 dias?

Sete dias em Natal dão conta das dunas, do mar e das lagoas sem correria, e ainda deixam espaço pra Pipa até a noite, a história da cidade e um destino vizinho. É a semana que a gente planejou pra quem vem pela primeira vez.

Pra fechar o que fazer em Natal em 7 dias, comece pelo calendário: o dia de maré baixa e o dia de saída do seu bate e volta. Os outros passeios a gente encaixa em volta, na modalidade que combina com o seu grupo.

Chama a nossa equipe no WhatsApp com as datas, o hotel e quem vai com você. A gente monta a semana e organiza tudo certinho, do transfer ao bate e volta do último dia. Todos os passeios estão na página de passeios em Natal.

Simbora?

O que mais saber sobre o que fazer em Natal em 7 dias

Quantos dias é ideal para ficar em Natal?

Pra conhecer Natal sem correria, cinco dias dão conta dos passeios principais. Com sete, a viagem ganha folga: entra Pipa do dia até a noite, um bate e volta mais longe e uma tarde livre na praia.

O que não posso deixar de fazer em Natal?

Não deixe de descer uma duna de buggy em Genipabu, entrar numa lagoa do litoral sul e boiar numa piscina natural na maré baixa. Numa semana, eu somaria um fim de tarde nas dunas, de preferência com piquenique, e uma noite no centrinho de Pipa.

Qual é a melhor época para ir a Natal, RN?

De setembro a fevereiro, quando chove pouco e o sol aparece quase todo dia. De abril a julho a chuva vem com mais frequência, mas os passeios seguem acontecendo. Pras piscinas naturais, mais do que o mês, vale olhar a tábua de maré das suas datas.

Qual a melhor região de Natal para se hospedar?

Ponta Negra é a região que a gente indica, porque é de onde saem os principais passeios e onde fica a vida noturna. A Via Costeira e a Praia do Meio também estão no perímetro de busca dos passeios.

É melhor ficar em Pipa ou Natal?

Pra quem vai fazer vários passeios, é melhor ficar em Natal, porque quase todos saem de Ponta Negra e Pipa cabe num dia. Dormir em Pipa vale a pena pra curtir a vila com calma, como complemento de dois ou três dias depois de Natal.

Quais cidades próximas a Natal devo conhecer?

Numa semana, as que mais valem o dia são Tibau do Sul, por causa de Pipa, e uma entre João Pessoa, Galinhos, São Miguel do Gostoso e Canguaretama, onde fica a Barra do Cunhaú. Rio do Fogo e Maxaranguape, de Maracajaú, entram no dia das piscinas naturais.

Monique e Robson, do @nozviajando

Cofundadora da Noz Tour e do @nozviajando. Desde 2021 viaja pelo Brasil e pela América do Sul e hoje cuida dos roteiros que a Noz Tour opera em Natal e em outros destinos.

@nozviajando YouTube

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